DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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CCZ TEM NOVO TEMA DE PALESTRA

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A Fundação Municipal de Saúde, através de sua equipe de educação e informação do CCZ, está ministrando a palestra: Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo – em escolas, igrejas, projetos, unidades de saúde.
Apenas no último mês, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim  já levaram informações sobre os problemas relacionados ao lixo, para mais de 2.000 pessoas.
O objetivo é a conscientização do público sobre as doenças geradas e a diminuição de materiais descartados por ruas e terrenos da cidade.
Colabore: jogue lixo apenas em locais corretos.

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CCZ NA SIPAT PERFORTEX

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A Empresa Perfortex Tintas, iniciou a semana de SIPAT e o CCZ esteve presente com a palestra LIXO= BICHO – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo.

Com o grande enfrentamento de lixo jogado em ruas e terrenos da cidade,  a palestra tem o intuito de conscientizar as pessoas sobre o perigo que o descarte inadequado causa à saúde publica.

Jogar lixo nos terrenos favorece a proliferação de diversos bichos, insetos e animais peçonhentos. Basta um recipiente plástico jogado em um terreno, para que seja formado um verdadeiro criadouro de mosquitos da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre amarela.

Lixos atraem  ratos,  baratas e consequentemente  outros animais que alimentam-se destes, como  cobras,  escorpiões, entre outros; aumentando assim o número de acidentes com animais peçonhentos e a transmissão de diversas zoonoses.

É necessário  investir na conscientização da população a respeito da importância de adotar uma postura adequada em relação ao descarte de lixo.

 

 

 

PROJETO ADRA E ANIMAIS PEÇONHENTOS

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Lixo descartado incorretamente além de servir de criadouros de mosquitos, atrai baratas, ratos que servem de alimento para cobras  e  insetos que servem de alimentos para aranhas e escorpiões.

Preocupados com a proximidade destes animais em área urbana, o Centro de Controle de Zoonoses realiza palestras para informar e  prevenir acidentes com estes animais  que causam problemas  nas famílias e na saúde pública.

Na última terça feira, dia 15, alunos e funcionários do Projeto ADRA –  Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais = Núcleo Rio Claro – receberam através das representantes do CCZ,  Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim, uma série de palestras sobre o tema Animais Peçonhentos.

Além das informações, os presentes tiveram a oportunidade de conhecer os principais animais peçonhentos recolhidos nas residências da cidade e receberam folhetos com sintomas resultados do contato com estes animais.

Em caso de acidente com Animais Peçonhentos, a vítima deve procurar imediatamente o Pronto Atendimento da Santa Casa, onde receberá socorro e o soro específico.

Evite estes bichos jogando lixo em locais corretos.

 

 

 

CCZ orienta sobre descarte incorreto de lixo

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O Centro de Controle de Zoonoses em parceria com a Secretaria de Habitação está realizando várias ações para inibir o descarte incorreto de lixo em ruas e terrenos no entorno do Jd. das Nações II.

A Secretaria de Habitação distribuiu lixeiras para a área interna do condomínio para auxiliar a população, além da existência de lixeiras comunitárias e do lixo reciclável.

O CCZ está realizando palestras nos condomínios, nas escolas do bairro e proximidades, distribuição de cartazes,  folhetos e  passagem com carro de som orientando por exemplo, amarrar o saco de lixo antes do destino na lixeira comum.

Quando descartados incorretamente, os resíduos atraem ratos,  insetos como moscas e baratas que servem de alimento para atrair animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, além claro, do mosquito Aedes aegypti que encontra nos inservíveis, locais ideais para sua reprodução.

Colabore:  Jogue o lixo em locais corretos e perto do horário das coletas, evitando a proliferação de bichos indesejados.

 

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Crianças do Condomínio Polônia no Jardim das Nações recebem orientações sobre animais peçonhentos.

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O Condomínio Polônia no Jardim das nações recebeu nesta terça-feira funcionários do  Centro Controle de Zoonoses para alertar as crianças sobre animais peçonhentos.

As crianças  e alguns funcionários foram orientados sobre a prevenção, os sintomas e de como reagir caso encontre um peçonhento ou seja picado por ele.

 

 

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Em caso de acidente, a pessoa deve ser encaminhada, o mais rápido possível, para um hospital. Durante o socorro, o membro atingido deve ser colocado numa posição mais elevada em relação ao corpo e lavado apenas com água e sabão.

Lembrando que nunca, jamais deve-se amarrar o membro acidentado, nem sugar o ferimento com a boca. Também não é indicada a aplicação de qualquer tipo de substância  na lesão.

Caso não conheça o animal, procure observar alguns detalhes como cor, formato, tamanho.  Isso porque a identificação do animal é de extrema importância para o tratamento, uma vez que dependendo da espécie, o veneno pode até levar à morte, caso não seja tratado com o soro específico.

UM MORCEGO QUE COME ESCORPIÃO

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Muitas espécies de morcegos são bem conhecidos por comer insetos voadores. Este come escorpiões. Como é que pode detectar presas no chão à noite? Como se evitar ser picado?morcego escorpião

Morcegos Pálidos vivem no oeste dos Estados Unidos e são do tamanho de um pardal,  mas com a envergadura de um corvo . As asas grandes lhes permitem  passar e recuperar a sua alimentação no chão. Eles têm grandes orelhas que podem ouvir os passos de um escorpião ou centopéia (outro alimento favorito).

Os morcegos parecem ser imunes às picadas de escorpião até mesmo o escorpião mais venenoso da América do Norte, o Arizona casca escorpião . Até 70% da dieta de um morcego pálida pode ser escorpiões em determinadas épocas do ano.

Mas como é que ele encontra um escorpião durante a noite no chão, uma vez que os sons de pés de um escorpião é mínimo?

Como muitos pequenos morcegos, Morcegos Pálidos  usam a ecolocalização, uma espécie de bio sonar, para “ver” no escuro. Mas, estranhamente, os Morcegos Pálidos param de usar seu sonar quando atacam presas no chão.

Então, o que eles usam para guiá-los  se o escorpião é  veloz? É apenas a sua audição sensível, ou pode também ser seus olhos?

Morcegos Pálidos têm invulgarmente grandes olhos, e várias espécies de morcegos são conhecidos por serem capazes de ver a luz ultravioleta.  Escorpiões e em menor extensão, centopeias,  apresentam forte fluorescência sob a escuridão.

-Veja também : http://blog.nature.org/science/2013/08/12/scorpion-eating-bat/#sthash.rRRBAQxz.dpuf

Isto apresenta um problema evolutivo. Se Morcegos Pálidos  localizam  escorpiões por seu florescimento, por que essa característica não foi desmarcada em escorpiões?

Afinal de contas, os escorpiões são comidos se forem apanhados pelo morcego. A fluorescência parece permitir que escorpiões encontrem  abrigo rapidamente. Um estudo recente descobriu que o corpo de um escorpião é como um gigante de olhos pretos que pode sentir sombras ultravioletas mesmo no escuro. É o que os ajuda a encontrar algum esconderijo nas proximidades rapidamente e salvar-se de um predador. Talvez seja por fluorescência que o escorpião tem ajuda contra inúmeros inimigos,  mais do que alguns morcegos super-potência.

Temos  um escorpião que serve de  alimento para  mamíferos voadores, que é imune a picadas de escorpião e  pode ouvir o farfalhar de um escorpião à distância, pode pairar acima do solo, tem localização eco, mas não utiliza-o  quando ataca escorpiões, e pode ser capaz de ver a luz ultravioleta.

Morcegos são criaturas incríveis .

 

ESCORPIÕES PELA CIDADE – CCZ ORIENTA POPULAÇÃO

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A origem dos escorpiões remonta a mais de 400 milhões de anos. A notória capacidade evolutiva e adaptativa permitiu que esses animais resistissem a todos os grandes cataclismos. Para sobreviver por milênios, os escorpiões se adaptaram aos mais variados tipos de habitat, dos desertos às florestas tropicais e do nível do mar a altitudes de até  4.400 metros. Entretanto, a maioria das espécies tem preferência por climas tropicais e subtropicais.

O hábito noturno é registrado para a maioria das espécies. São mais ativos durante os meses mais quentes do ano (em particular no período das chuvas). Devido às alterações climáticas do globo, em algumas regiões, estes animais têm se apresentado ativos durante o ano todo.

Este animal já há alguns anos se coloca como nova praga urbana brasileira, prolifera em áreas rurais, peri-urbanas e em bairros centrais da cidade, tanto com perfil de baixo investimento em saneamento, como também ocorrem infestações e proliferações em condomínios e instalações de alto padrão, inclusive os verticais.

No estado de São Paulo as regiões urbanas com acúmulo de lixo lideram o índice de acidentes com escorpiões. De acordo com estudo do Laboratório de Artrópodes do Instituto Butantan, mais de 10 mil ocorrências de picadas pelo animal foram registradas nos últimos dois anos em zonas urbanas.

Os principais causadores dos acidentes são os escorpiões amarelo e marrom, caracterizados pela fácil adaptação a ambientes sem saneamento básico e com acúmulo de lixo.

Em Rio Claro outra espécie encontrada é o  Bothriurus sp  e seu  tamanho é de no máximo 3,6 cm e normalmente é confundido com filhotes de outros escorpiões. Não representa grande perigo ao homem. É encontrado em tapetes de grama, ralos, entulhos e madeiras.

O desmatamento e o crescimento desordenado das áreas urbanas favorecem os acidentes, uma vez que os animais ficam desabrigados e acabam buscando alimentos dentro das residências.

O LIXO jogado em ruas, terrenos e bueiros é o principal fator na cidade para o aparecimento de escorpiões: eles geram moscas, baratas e outros insetos que são os principais alimentos para estes animais.

O que fazer para controlar a ocorrência de escorpiões?

Na área externa do domicílio:

• Manter limpos quintais e jardins, não acumular folhas secas e lixo domiciliar;

• Acondicionar lixo domiciliar em sacos plásticos ou outros recipientes apropriados e fechados, e entregá-los para o serviço de coleta. Não jogar lixo em terrenos baldios;

• Limpar terrenos baldios situados a cerca de dois metros (aceiro) das redondezas dos imóveis;

• Eliminar fontes de alimento para os escorpiões: baratas, aranhas, grilos e outros pequenos animais invertebrados;

• Evitar a formação de ambientes favoráveis ao abrigo de escorpiões, como obras de construção civil e terraplenagens que possam deixar entulho, superfícies sem revestimento, umidade etc;

• Remover periodicamente materiais de construção e lenha armazenados, evitando o acúmulo exagerado;

• Preservar os inimigos naturais dos escorpiões, especialmente aves de hábitos noturnos (corujas, joão-bobo, etc.), pequenos macacos, quati, lagartos, sapos e gansos (galinhas não são eficazes agentes controladores de escorpiões);

• Evitar queimadas em terrenos baldios, pois desalojam os escorpiões;

• Remover folhagens, arbustos e trepadeiras junto às paredes externas e muros;

• Manter fossas sépticas bem vedadas, para evitar a passagem de baratas e escorpiões;

• Rebocar paredes externas e muros para que não apresentem vãos ou frestas.

Na área interna:

• Rebocar paredes para que não apresentem vãos ou frestas;

• Vedar soleiras de portas com rolos de areia ou rodos de borracha;

• Reparar rodapés soltos e colocar telas nas janelas;

• Telar as aberturas dos ralos, pias ou tanques;

• Telar aberturas de ventilação de porões e manter assoalhos calafetados;

• Manter todos os pontos de energia e telefone devidamente vedados.

Observação: em áreas rurais, a preparação do solo para plantio pode promover o desalojamento de escorpiões de seu habitat natural (barranco, cupinzeiros, troncos de árvores abandonadas por longos períodos).

Em caso de acidentes com escorpiões, o Instituto Butantan recomenda lavar o ferimento com água e sabão e fazer compressas mornas para alívio da dor até a chegada ao serviço de saúde mais próximo. Diferentemente do que pregam os mitos, torniquete, corte na região da picada, sugar o veneno ou ingerir qualquer tipo de garrafada não resolve o problema.

O soro é encontrado no PMSI, na Av. 15 s/nº- Centro, ao lado da Santa Casa.