DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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CCZ NA GUARDA MIRIM

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Na manhã do último sábado, 22, a equipe de Informação do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro, esteve na sede  da Guarda Mirim, onde funcionários e cerca de 340 jovens assistiram a palestra “Lixo = Bicho” e foram orientados sobre mosquitos, dengue, sinantrópicos e diversas zoonoses agravadas pelo descarte incorreto de lixo.

Segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde , nos dois primeiros meses do ano,  já são 94.149 casos prováveis de dengue  e a confirmação de 14 mortes (AC, MG, SP, PR, DF, MS) com prevalência em idosos e mais de 60 óbitos estão sob investigação. Entre os estados com maior número de casos, estão São Paulo, Paraná, Acre e Mato Grosso do Sul.

Em relação à Chikungunya, foram notificados 3.439 casos prováveis, com maior incidência no Sudeste e Nordeste do país e destaque para os estados do  Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Além da participação efetiva de governos municipais, estaduais e federais  que envolve vigilâncias em saúde, gestão de resíduos sólidos a saneamento, a participação efetiva da população é fundamental na  eliminação diária de criadouros de mosquitos, já que são  80% destes “berços” estão dentro de imóveis habitados.

Parcerias como a  da Guarda Mirim são muito importantes para o conhecimento dos jovens e a multiplicação das informações nos locais de trabalho e com suas famílias.

Nossos agradecimentos à diretoria, funcionários e aos jovens guardas que prestigiaram as palestras em pleno Carnaval.

 

AÇÕES EDUCATIVAS DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

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Setor de Educação e Informação trabalha diretamente com a população objetivando prevenção às zoonoses 

 

A Fundação Municipal de Saúde, através do  Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro,  trabalha com a prevenção de diversas doenças que animais podem transmitir a humanos, as zoonoses, como Dengue, Raiva, Leptospirose , entre outras.

Os trabalhos  realizados como palestras, exposições, orientações ao público, são feitos através do setor de Educação e Informação do CCZ e apresentados em escolas, empresas, projetos, igrejas, instituições.

Durante o Ano de 2019 foram realizadas 173 palestras, com um público total de 11.073 pessoas e o tema mais solicitado de  palestras foi :  “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”, onde as profissionais do setor, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim,  orientam a população  a utilizarem corretamente os serviços públicos oferecidos como a coleta diária, coleta seletiva, Eco Pontos e o Caminhão Cata Bagulho, visando a prevenção  de doenças e a diminuição na proliferação de roedores, mosquitos e animais peçonhentos.

Em parceria com a Atenção Básica, foram realizadas orientações sobre Febre Maculosa para profissionais em todas as USFs – Unidades de Saúde da Família , UBSs -Unidades Básicas de Saúde e UPAs – Unidade de Pronto Atendimento,  onde os profissionais puderam conhecer mais sobre o vetor da doença, sintomas, tratamentos e abordagem aos pacientes, evitando-se agravamentos e óbitos. Nestas reuniões, com a presença da bióloga Milene Weissmann,  também foram realizadas orientações  sobre procedimentos relativos a acidentes com escorpiões, sobre medidas preventivas ao mosquito Aedes aegypti e as arboviroses por ele transmitidas, como a Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

Durante o ano foram realizadas ações  como exposições, feiras, colocação de faixas informativas e distribuição de folhetos, onde o público atingido foi  de 70.420 pessoas.

Outros importantes temas também foram abordados  em  palestras, como: Piolhos e Posse Responsável de Animais.

Com um total de 201 ações realizadas, 81.493 pessoas, tiveram algum acesso às informações educativas transmitidas pelo setor.

A equipe também atualiza diariamente as redes sociais como  Blog, Facebook e Twitter onde são registradas as atividades,  localização diária dos agentes de endemias, ações educativas, matérias, pesquisas e  curiosidades sobre animais e saúde.

O agendamento de palestras é gratuito e pode ser realizado através dos telefones: 3535-4441 e 3533-7155.

 

 

 

 

 

 

https://cczrioclaro.wordpress.com/iec-eventos-e-palestras-do-mes/

Facebook : Zoonoses Rcsp

Twitter: @cczrioclaro

 

 

PROJETO RECEBE ORIENTAÇÕES SOBRE PIOLHOS

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O piolho é um inseto que provoca uma doença , a pediculose, causada a partir da infestação pelo inseto Pediculus humanus humanus . Existem mitos e verdades sobre o assunto e  ações educativas são  a mais importante estratégia para um tratamento eficaz.

 

O Centro de Controle de Zoonoses promove regularmente palestras em escolas, projetos, igrejas para orientar profissionais, crianças e suas famílias sobre o assunto.

Nesta quinta-feira, 19, equipe de Educação e Informação esteve no Projeto Arte  Vida, no bairro Bonsucesso.

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre  Piolhos e Pediculose:

A infestação por piolhos, que atinge a humanidade há milhares de anos, encontra na aglomeração diária de crianças o ambiente ideal para se proliferar.

O que são os piolhos?

Os piolhos são pequenos insetos que parasitam o homem e provocam uma doença chamada pediculose. Eles se alimentam exclusivamente de sangue, preferem ambientes quentes, escuros e úmidos e depositam seus ovos nos fios de cabelo.

Quais são as espécies desse inseto?

Existem três tipos de piolho que parasitam o homem: o piolho da cabeça (Pediculus humanus capitis), o do corpo (Pediculus humanus corporis ), popularmente chamado de ‘muquirana’, e o da região pubiana (Phthirus pubis), conhecido como ‘chato’.

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Como é seu ciclo de vida?

Os piolhos passam por três estágios de desenvolvimento. A fêmea do piolho coloca seus ovos, conhecidos como lêndeas, envoltos numa espécie de cola que os adere aos fios de cabelo. De sete a dez dias depois, estes ovos liberam as ninfas – nome do estágio do  piolho logo que sai do ovo. De nove a 12 dias depois, as ninfas chegam à fase adulta. Nesse estágio, os piolhos vivem cerca de 30 dias e vão se alimentar com sangue e acasalar, reiniciando o ciclo. A fêmea produz, em média, de 150 a 300 ovos ao longo da vida. A temperatura elevada é um fator importante para a proliferação dos piolhos. Quanto maior a temperatura, mais acelerado é o desenvolvimento do piolho dentro do ovo. Por isso, há maior incidência do inseto no verão.

Como acontece a transmissão?

Apesar de ser um inseto, o piolho não tem a capacidade de voar, uma vez que não possui asas, e nem de pular, pois não possui pernas adaptadas para o salto, como é o caso da pulga. A transmissão pode ocorrer de duas maneiras: por meio do contato direto, encostando cabeças para tirar uma fotografia, por exemplo, ou pelo compartilhamento de objetos de uso pessoal, como pentes e escovas, prendedores e lenços de cabelo, bonés, capacetes, travesseiros, entre outros.

É verdade que a transmissão pode estar relacionada à falta de higiene?

Não. Isso foi um conceito muito tempo atrás. Independentemente de renda, sexo ou idade, qualquer pessoa pode ter piolho, desde que não esteja atenta ao compartilhamento de objetos de uso pessoal.

Como prevenir?

Por meio de uma medida simples é possível impedir a proliferação da pediculose. Evite compartilhar objetos de uso pessoal, como bonés, pentes e escovas, prendedores de cabelo, lenços, bandanas ou capacetes.

O que causa a coceira?

A coceira é o primeiro sintoma da manifestação da pediculose e acontece devido à reação do corpo à alimentação do piolho. Para conseguir se alimentar do nosso sangue, o piolho utiliza  duas substâncias presentes em sua saliva. Ao encontrar um vaso sanguíneo, o inseto injeta saliva naquele local. Uma enzima anestésica impede que o homem sinta dor no momento em que o aparelho bucal do inseto penetra no couro cabeludo. Durante a alimentação, outra enzima entra em ação: com função anticoagulante, ela evita que o sangue coagule no intestino do piolho. A combinação destas substâncias promove uma reação do corpo humano, manifestando-se na forma de coceira intensa, um incômodo que geralmente começa atrás da orelha ou na região da nuca. Outro sintoma que pode se manifestar especialmente em crianças, dependendo da quantidade de piolhos, é o desenvolvimento de anemia.

Qual a forma mais eficaz de se eliminar os piolhos?

A melhor forma de se eliminar os piolhos é por meio do uso diário de pente fino. Para isso, a criança deve ser posicionada de costas, sentada, com um pano branco nos ombros para facilitar a visualização dos piolhos retirados. Com o cabelo dividido em partes, o pente fino deve ser usado da base até o final dos fios. Para facilitar, pode ser utilizado um creme de pentear. Essa recomendação é fundamental, porque os produtos disponíveis atualmente não têm efeito sobre a lêndea, que é o ovo do piolho.  Para retirar a lêndea, é recomendável que se utilize uma mistura de água e vinagre, na mesma proporção. Passe um pedaço de algodão molhado com a solução em três ou quatro fios de cabelo, da raiz até as pontas. Essa é uma receita caseira segura, que não traz riscos à saúde humana.

Qual é o risco de se utilizar métodos alternativos de combate à doença como inseticidas ou tinturas de cabelo?

Nenhum tipo de produto deve ser utilizado sem recomendação médica. O couro cabeludo funciona como uma espécie de esponja que absorve o que é aplicado na cabeça. Portanto, é preciso ter cautela. As tinturas de cabelo e os inseticidas podem até matar os piolhos, mas não eliminam as lêndeas. Além disso, esse tipo de material contém substâncias tóxicas que podem provocar lesões e infecções na criança. Outro mito comum consiste no uso de plantas, comumente associado a tratamentos naturais. Contudo, seu uso indevido pode gerar alergias e também deve ser evitado.

Existe um mito sobre a presença de lêndea morta no couro cabeludo. Você pode explicar?

Quando o piolho sai da lêndea, o ovo onde se desenvolveu, deixa para trás uma casca vazia. Devido à cola que adere as lêndeas no fio de cabelo, elas permanecem lá por muito tempo, surgindo, assim, a ideia de que poderia ser lêndea morto.

Fonte: Portal Fundação Oswaldo Cruz

CCZ NA PRIMEIRA SIPAT DA SBR FOODS

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O setor de Educação e Informação do CCZ levou a palestra “Lixo = Bicho” aos funcionários da empresa, onde puderam conhecer os diversos problemas de saúde pública causados pelo descarte incorreto de lixo.

Após a palestra, os colaboradores puderam conferir a exposição de animais peçonhentos.

 

 

 

 

 

CCZ NO PROJETO ARTE E VIDA

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O setor de Informação e Educação do Centro de Controle de Zoonoses realizou palestras sobre Animais Peçonhentos no Projeto Arte e Vida, no bairro Bonsucesso, nos períodos da manhã e tarde.

Os participantes puderam conhecer sobre os principais peçonhentos encontrados nas casas, sintomas das picadas e prevenção.

Após as palestras as crianças curiosas, puderam ver de pertinho os animais expostos em vidraria.

Nossos agradecimentos à direção pela parceria que auxilia na multiplicação das informações aos jovens atendidos e suas famílias.

CCZ NA SIPAT DA EMPRESA VÍNCULA

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O setor de Educação e Informação esteve presente na Sipat da empresa Víncula orientando sobre animais peçonhentos, arboviroses e prevenção à diversas zoonoses.

Equipe da Santa Casa também estava presente ensinando  sobre higienização das mãos.

A semana de prevenção de acidentes proporciona momentos importantes para a saúde e socialização entre trabalhadores.



Tigre mobiliza sua equipe para combater dengue e outras doenças

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tigre2A empresa Tigre está mobilizando seus colaboradores para juntos trabalharem no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. O trabalho preventivo contou com a orientação da equipe do Centro de Controle de Zoonoses que realizou palestras para cerca de 1.400 funcionários de vários setores. Além de alertar os funcionários sobre o perigo que o mosquito representa e a necessidade de eliminação de criadouros, as palestras abordaram também a questão do lixo e de como o seu armazenamento incorreto pode trazer consequências para a saúde, com o surgimento de animais como ratos e escorpiões.

O boneco Cabeção, que representa os agentes de saúde e um agente fantasiado do mosquito ajudaram na transmissão das informações na linha de produção da empresa. Cartazes foram fixados nos quadros de aviso, panfletos distribuídos e atividades pedagógicas fizeram parte do sorteio de prêmios. Nas cestas básicas dos funcionários foram colocadas receitas de larvicidas. Para complementar a atividade, a Zoonoses expôs seu acervo de animais peçonhentos.

Além das palestras, o Boneco Cabeção e Mosquitos percorreram a linha de produção orientando os colaboradores, foram fixados cartazes nos quadros de avisos, atividades pedagógicas relativas à Dengue foram distribuídas com sorteio de prêmios , colocados folhetos informativos e  receita de larvicida natural nas cestas básicas e exposição de vidrarias com animais peçonhentos.

A empresa já colocou em prática as medidas preventivas como fechamento de ralos, vistoria em materiais nos pátios e a troca das bromélias que dos jardins por outras plantas que não acumulem água.

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